25
June
2010
Artigo bacana sobre a personificação de Henry como Charles Brandon
Tradução BY Josi
Antes de tudo, vamos deixar claro que estou falando de Charles Brandon, o primeiro Duque de Suffolk, mas não o cara de verdade, que parece igualmente interessante mas, infelizmente, não foi escrito por Michael Hirst nem interpretado por Henry Cavill.
Aparentemente, o drama histórico sem pudores The Tudors, que encerra no domingo, foi sobre o Rei Henry VIII, interpretado com grande entusiasmo e abdomen maravilhoso de Jonathan Rhys Meyers, mas pra mim, se tornou sobre Charles Brandon.
(Ok, também era sobre os bordados, as peles, as jóias, o cenário e os cavalos, mas tudo isso parecia melhor quando Henry Cavill estava lá.)
Eu não tenho nenhuma reclamação sobre o Henry de Meyers, que não parecia muito com o verdadeiro mas capturou a paixão do rei, excentricidade, narcisismo, a inteligência, capricho, arrogância, grandiloqüência desespero, e simpatia.
Mas em termos de um homem, o Henry de The Tudors não chegou aos pés de Brandon, seu amigo de uma vida inteira, geralmente, cofiante e ocasionalmente bode expiatório.
Fugaz na juventude, bravo e verdadeiro na maturidade, gentil e dignificado no final, Brandon foi, pra mim, a alma e a consciência do programa. Ele pode não ter nascido na realeza (mas com certeza, muitos na Inglaterra não consideram o sangue de Henry muito azul), mas ele superou seu mestre real em sabedoria, compaixão e coragem física.
Brandon aprendeu a amar direito por um dia quando casou com Margaret Tudor, então verdadeiramente aprendeu a amar quando se casou jovem, apenas para perder o amor dela quando sua lealdade ao Rei o forçou a cometer terríveis atos quando começou uma rebelião. Depois de anos sozinho, ele encontrou o amor novamente com uma garota francesa que conheceu durante uma batalha, mas como vocês verão no final, seu amor pelo Rei sempre vêm primeiro.
Em última análise, como aconteceu tantas vezes no programa, Henry provou ser incapaz de merecer aquele amor.
Os Reis são apenas homens favorecidos pela fortuna, mas ainda estão submetidos a todas as fraquezas, erros e falhas dos homens. Henry dividiu sua nação, deixando destroços humanos e sociais na sua esteira em sua missão de produzir um herdeiro. Brandon segurou sua língua e tentou obedecer aos desejos do seu rei, sofrendo grandes perdas – muitas não causadas por ele – mas nunca perdendo a sua alma.
Com as últimas exibições, e Henry enfrentando uma avaliação final, existe alguma dúvida que ele possa dizer o mesmo.
O resto do crédito de Brandon vai pra Cavill, um ator intrigante abençoado com um charme e beleza clássica, mas que também trouxe peso e seriedade ao personagem. Não é fácil ser arrojado e sentimental ao mesmo tempo, mas ele demonstrou isso.
Eu estarei muito interessada em ver onde Cavill estará na próxima vez – e me desculpem se provavelmente não cadeia ou num veludo, ou a bordo de um cavalo, mas com um terno e um martini – agitado, não mexido – faria tão bem quanto.
Muito desse crédito vai para Hirst, que transformou Brandon em uma sombra do Rei, um eco do que Henry poderia ter se tornado se não tivesse sido empurrado para um papel que, como segundo filho, ele não antecipou, se ele não tivesse sido tão inseguro sobre não ter um filho, e se ele não tivesse sido consumido por suas atrações infelizes e desejo por adulação e controle.

Casate Conmigo (
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Whatever Works (
July 21st, 2010 at 09:11
Realmente muito bom este artigo. Comecei assistir à série porque que o assunto me fascinava, mas logo no primeiro capítulo Charles Brandon roubou as atenções. Com o passar do tempo, era impossível não perceber que Henry Cavill deu alma ao seu personagem, de longe, por inúmeras razões, o meu favorito. Cavill foi perfeito como o mais leal súdito do rei e ele foi também o mais digno dos homens. Obrigada pelo artigo, meninas!
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